segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Astrônomos acham estrela 35 vezes mais quente que o Sol
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Novo observatório espacial estudará formação das galáxias
Um instrumento europeu capaz de observar o nascimento das estrelas e de remontar o espaço-tempo até a formação das primeiras galáxias será entregue à Nasa para equipar o futuro telescópio espacial James Webb, cujo lançamento está previsto para 2014.
Um exemplar do espectômetro NIRSpec, idêntico ao que será mandado ao espaço, foi recebido pela agência espacial americana na semana passada nas instalações da EADS-Astrium em Ottobrunn, subúrbio de Munique. Para desenvolvê-lo, foram cinco anos de um trabalho de alta precisão no qual participaram 25 empresas terceirizadas.
Uma vez a bordo do Telescópio Espacial James Webb (JWST) e colocado em órbita no ponto de Lagrange, a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, onde as condições de observação são ideais, o NIRSpec poderá estudar até 100 galáxias simultaneamente no infravermelho próximo, entre 0,6 e 5 microns (milésimos de milímetros).
Neste espectro luminoso, será possível retroceder muito mais longe no espaço-tempo que o observatório Herschel, captando a luz extremamente tênue, emitida há mais de 13 bilhões de anos, que chega até nós a partir de galáxias situadas nos confins do universo visível.
"Estas longitudes de onda são mais curtas que as do instrumento de Herschel", lançado em maio deste ano, explicou Burkhard Fladt, diretor de desenvolvimento dos instrumentos em Astrium. "Quanto mais curtas as longitudes de onda, mais sensíveis são os instrumentos ópticos às imprecisões", acrescentou Fladt. O espectro do NIRSpec precisou ser polido com extrema precisão, e seu revestimento protetor foi objeto de grande atenção.
Para conseguir detectar variações muito pequenas de temperatura, o instrumento será resfriado a -238° centígrados. A armação do NIRSpec foi construída com cerâmicas especiais, que Astrium já havia testado a temperaturas menos frias com o Herschel, e são "necessárias para que o instrumento seja insensível às mudanças de temperatura", indicou Evert Dudok, presidente do departamento de Satélites da empresa.
O NIRSpec, cuja construção foi confiada à Agência Espacial Europeia (ESA), é um dos instrumentos mais importantes do JWST junto com o Mid-Infrared Instrument (MIRI), fruto de uma colaboração entre europeus e americanos.
As outras duas equipes do JWST, cujo escudo solar terá o tamanho de uma quadra de tênis, são uma câmara infravermelha de fabricação americana e um sensor canadense que permitirá ao telescópio se orientar com enorme precisão.
A montagem do JWST, cujo espelho primário medirá 6,5 metros de diâmetro (como comparação, o espelho primário do telescópio espacial Hubble mede 2,4 metros), é um verdadeiro desafio, destacou Phil Sabelhaus, coordenador do projeto para a Nasa. "Nós montamos o telescópio a temperatura ambiente. Depois temos que resfriar 4 mil quilos a -238°C, o que levará aproximadamente um mês. Se você encontrar um defeito no isolamento térmico, por exemplo, será preciso aquecer à temperatura ambiente, fazer o conserto e então resfriar tudo de novo", relatou o cientista.
Sabelhaus ressaltou também a dificuldade de testar na Terra instrumentos ópticos ultraprecisos. Neste grau de precisão, qualquer vibração dentro de um edifício, por infinitesimal que seja, pode perturbar o sinal e deve ser previamente medida e isolada.
Fonte: Terra Notícias
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Voluntários encerrados mais de cem dias em cápsula terminam missão com sucesso
Fonte: ESA Portugal
Índia lança sete satélites com sucesso
Os satélites foram colocados em uma órbita a 720 km acima da Terra cerca de um mês depois que o país abortou a primeira missão à Lua.
A agência informou que a Índia vai utilizar um dos satélites, o Oceansat-2, para monitorar o oceano e indetificar padrões de zonas de pesca, aumentando a capacidade do Oceansat-1, que foi lançado em 1999.
Fonte: Terra Ciência
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Programas Para Observar o Espaço
O outro programa é o Google Earth, muito conhecido, as últimas versões vêm com o acessório Sky, que alterna da visão da Terra para a visão do espaço, ou também explorar as superfícies da Lua ou de Marte.
Os links para download dos produtos (os dois são gratuitos) são esses:
Google Earth:
http://www.baixaki.com.br/download/google-earth.htm
Stellarium:
http://www.baixaki.com.br/download/stellarium.htm
Comentem o post.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Nasa descobre substância para formação de vida em amostras de cometa
"A glicina é um aminoácido usado pelos organismos vivos para produzir proteínas e esta é a primeira vez que é encontrada em um cometa", afirmou Jamie Elsila, do Centro de Voos Espaciais da Nasa.
"A descoberta apoia a teoria de que alguns ingredientes da vida surgiram no espaço e chegaram à Terra por meio do impacto de meteoritos e cometas", informou um comunicado do JPL.
Carl Pilcher, diretor do Instituto de Astrobiologia da Nasa, afirmou que a descoberta também respalda a hipótese de que os blocos básicos da vida abundam no espaço e que a vida no universo é mais comum do que se acredita.
Os resultados da investigação dos cientistas foram apresentados durante uma reunião realizada pela Sociedade Química dos Estados Unidos em Washington no fim de semana passado e serão publicados em breve pela revista "Meteorites and Planetary Science", disse o JPL.
A sonda Stardust atravessou uma densa nuvem e gases que rodeavam o núcleo de gelo do Wild 2 em janeiro de 2004.
Desde o princípio, as análises revelaram a presença de glicina nas amostras. No entanto, por esse ingrediente existir na vida terrestre acreditou-se que a malha estava contaminada.
"Era possível que a glicina achada tivesse se originado durante a manipulação ou fabricação da cápsula", explicou Elsila.
As novas investigações, porém, descartaram a possibilidade, após usarem a análise isotópica, acrescentou.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Ponto Luminoso Intriga Astrônomos Americanos
Dados coletados pela sonda sugerem que a mancha apareceu pelo menos quatro dias antes de ter sido percebida na Terra.
Desde então, ela começou a se expandir, com os ventos ajudando-a a se espalhar pela densa atmosfera de Vênus.
Vulcão
Os cientistas ainda não sabem o que pode ter provocado a mancha, mas consideram a possibilidade da erupção de um vulcão.
Astrônomos acreditam que a maior parte do planeta é coberta de material resultado de atividade vulcânica no passado. Apesar de não existirem provas concretas dessas atividades no presente, os cientistas acreditam que elas ainda ocorrem.
Mas, segundo eles, para penetrar na atmosfera de Vênus, formada principalmente por gás carbônico, a erupção teria que ter sido extremamente forte.
Outra hipótese analisada pelos especialistas é a de que a mancha brilhante seja formada por partículas do Sol que estão interagindo com a atmosfera de Vênus.
Ou ainda, segundo os cientistas, ela pode ter sido provocada por material brilhante levado pela turbulência atmosférica a se concentrar em uma área específica.
Esta não é a primeira vez que se nota áreas brilhantes em Vênus, mas esta mancha é incomum porque se concentra em uma região relativamente pequena.
Astrônomos recentemente estudaram uma "cicatriz" em Júpiter, que eles acreditam ter sido provocada pelo impacto de um cometa ou asteroide.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
NASA lança sonda para procurar planetas semelhantes à Terra.
A sonda Kepler foi lançada de Cabo Canaveral, no Estado da Flórida, nos Estados Unidos, e vai orbitar o Sol para observar cerca de 100 mil estrelas em uma região distante da Via Láctea.
De acordo com Edward Weiler, diretor de missões científicas da Nasa, a missão é histórica, e não apenas científica.
"A missão busca responder algumas questões humanas básicas que fazem parte de nosso código genético desde que o primeiro homem ou mulher olhou para o céu e disse: 'nós estamos sozinhos?'"
A sonda é equipada com a maior câmera já enviada ao espaço para constatar se há planetas rochosos ao redor do Sol, em uma área quente conhecida como zona habitável. A intenção é encontrar planetas onde haja água em forma líquida, um elemento fundamental para a manifestação de qualquer atividade biológica.
Para identificar os planetas, a Kepler vai verificar pequenas oscilações periódicas na luz emitidas por planetas em movimento quando passem por suas estrelas, o que causa uma alteração na luminosidade.
"Tentar detectar planetas do tamanho de Júpiter com esse método é como tentar medir o efeito que um mosquito causa ao passar em frente ao farol de um carro", disse James Fanson, diretor de projetos no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa.
'ET'
De acordo com o cientista responsável pela sonda Kepler, William Borucki, do Centro de Pesquisa Ames da Nasa, na Califórnia, a espaçonave vai monitorar estrelas pequenas e frias, além de maiores e mais quentes.
Ele disse que a missão pode contribuir para a compreensão de outros sistemas estelares, mas que o conhecimento a ser adquirido ainda é enorme.
"Eu penso que ao entender planetas gigantes e pequenos vamos fazer descobertas significativas sobre outros sistemas planetários, mas não espero que tenhamos todas as respostas em três anos", disse ele.
"Nós certamente não vamos encontrar o ET, mas talvez possamos encontrar a casa do ET ao observar essas estrelas", finalizou Borucki.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
NASA tentará lançar o Endeavour na segunda-feira.
domingo, 12 de julho de 2009
NASA tentará esse domingo lançar a nave Endeavour.
sábado, 11 de julho de 2009
Exposição revela detalhes de Saturno.
A exposição Visões de Saturno, no Planetário de Greenwich, tenta revelar alguns dos mistérios do planeta distante.
Famoso pelos anéis, o planeta também conta com mais de 60 luas. Entre 1979 e 1981, três sondas passaram brevemente pelo planeta, trazendo de volta imagens que intrigaram especialistas.
Em 1997, uma missão conjunta da Nasa (agência espacial americana), da Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês) e da Agência Espacial Italiana (ASI, na sigla em italiano) enviaram uma sonda mais poderosa para estudar os mistérios de Saturno.
A Cassini-Huygens chegou a Saturno em 2004, depois de uma viagem de sete anos por bilhões de quilômetros no espaço.
Acoplada à Cassini, foi enviada a sonda Huygens, desenhada para pousar e fotografar a superfície de Titã, a maior lua de Saturno.
A exposição fica em cartaz até o fim de agosto.
Exposição revela detalhes de Saturno.
A exposição Visões de Saturno, no Planetário de Greenwich, tenta revelar alguns dos mistérios do planeta distante.
Famoso pelos anéis, o planeta também conta com mais de 60 luas. Entre 1979 e 1981, três sondas passaram brevemente pelo planeta, trazendo de volta imagens que intrigaram especialistas.
Em 1997, uma missão conjunta da Nasa (agência espacial americana), da Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês) e da Agência Espacial Italiana (ASI, na sigla em italiano) enviaram uma sonda mais poderosa para estudar os mistérios de Saturno.
A Cassini-Huygens chegou a Saturno em 2004, depois de uma viagem de sete anos por bilhões de quilômetros no espaço.
Acoplada à Cassini, foi enviada a sonda Huygens, desenhada para pousar e fotografar a superfície de Titã, a maior lua de Saturno.
A exposição fica em cartaz até o fim de agosto.
Estrelas Gêmeas
Áreas amarelas mostram local de formação das estrelas gêmeas "Acreditava-se que essas primeiras estrelas se formaram como astros únicos, mas agora vemos que muitas tinham 'irmãs'", disse Matthew Turk, do Laboratório Nacional de Aceleração de Stanford, que presta serviços aos de Departamento de Energia americano, e um dos autores do estudo."Essas estrelas foram as sementes da geração seguinte de estrelas, então ao entendê-las melhor, podemos compreender como outras estrelas e galáxias se formaram."Universo virtualNa simulação computadorizada, os pesquisadores criaram um universo virtual, no qual pulverizaram gás primordial e matéria negra, substâncias presentes logo após o chamado Big Bang, com um fundo de radiação cósmica cujas variações refletem a origem de todas os corpos celestes.Conforme o universo simulado se desenvolvia, ondas de gás e matéria negra giravam através do cenário quente e denso. À medida em que o universo ia então se resfriando, os cientistas observaram que a gravidade começava a unir blocos de material. Em áreas ricas em matéria negra, foram registradas as formações de estrelas.Em uma das cinco simulações realizadas, uma única nuvem de poeira e matéria negra se transformou em estrelas gêmeas: uma com massa dez vezes maior do que o nosso Sol e outra 6,3 vezes maior.Ambos os astros ainda estavam crescendo ao final da simulação, e estariam aumentando ainda se a experiência tivesse continuado."Esta descoberta abre um novo domínio de possibilidades de pesquisa. Essas estrelas podem ter evoluído para formar dois buracos negros, que por sua vez poderiam ter criado ondas gravitacionais", explicou Tom Abel, também do Laboratório de Aceleração.Segundo os cientistas, a compreensão da formação e da evolução dos corpos celestes podem explicar como se formaram átomos presentes na Terra e até no corpo humano.
Fonte: UOL
NASA adia o lançamento do Endeavour.
Tempo ruim ameaça a ida do Endeavour à ISS.
Vôo tripulado a Marte será possível em 15 anos.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Curiosidades Espaciais
O Universo está aumentando? Os astrônomos podem medir a velocidade com que as galáxias e as estrelas se movem. A maioria delas está se afastando de nós. Quanto mais distante está uma galáxia, mais rápido parece se afastar. Isto significa que o Universo está aumentando.
sábado, 27 de junho de 2009
Grande Colisor de Hádrons
O funcionamento do LHC trouxe muita polêmica, pois segundo a teoria de Albert Einstein (que todos nós sabemos, possui grande crédito no meio científico) um objeto, conforme vai se aproximando da velocidade da luz (300.000 km/s) vira energia pura e massa infinita. Seguindo essa linha de raciocínio, um objeto que tem massa infinita, automaticamente terá gravidade infinita, e poderia "engolir" a Terra (formar um buraco negro era uma das teorias mais aceitas).
Porém, em retorno, muitos cientistas diziam que se por um acaso um buraco negro se formasse, ele seria tão pequeno que logo se dissiparia. Na época do auge das diversas teorias do fim do mundo por causa do LHC, nós fizemos uma pesquisa aqui no blog, e a maioria apoiava o início dos estudos.
